segunda-feira, 24 de junho de 2013

Estilo: aeroporto

Fashionista que se preze não quer perder o estilo nem na hora de viajar, mesmo que  tenha que passar horas em trânsito, seja no avião, ou na sala de espera do aeroporto. Por isso, fizemos uma seleção de looks bacanas para te inspirar.

O resultado você confere abaixo. Tem looks com e sem salto, para todos os gostos.

Para quem gosta de conforto, uma seleção com produções sem salto:


Cameron Diaz optou por bota fora da calça, que além de
confortável, mantém os pés aquecidos

O look da Miranda Kerr traz conforto e informação de
moda, com a combinação de sneaker + calça de couro

Parecida com a escolha de Miranda, Rosie Huntington
Whiteley vai de jaqueta de couro e lenço de onça
Mais um look da Miranda Kerr, desta vez de blazer e
color pants: muito estilo e conforto

Para aquelas que não querem descer do salto:

Aqui, Jeniffer Lawrence usa um look bem básico,
mas incrementa com o salto 

Victoria Beckham, que nunca desce do salto, investiu em um
look simples, mas elegante: calça bicolor, saltão e blazer

Gwyneth Paltrow também investiu no blazer,  com cachecol
e calça montaria por dentro da bota, que alonga a silhueta

Kim Kardashian investiu em calça e jaqueta de couro, com
t-shirt básica e um belo escarpim para completar + maxi bag,
ótima para viagens

Quem gosta de exibir as pernocas pode investir em shortinho
jeans com ankle boot, marca registrada de Sabrina Sato


E então, qual das inspirações é mais a sua cara?


segunda-feira, 10 de junho de 2013

Cinema: Fora do Figurino





O documentário do brasileiro Paulo Pélico tem tudo a ver com moda e afeta diretamente a vida de todos nós. Mas apesar isso, o longa não tem glamour. No filme são reunidos depoimentos de profissionais da indústria têxtil, de moda, atrizes como Regina Duarte e Beatriz Segall, a apresentadora Adriane Galisteu, e também de “pessoas comuns” de diferentes regiões do País para mostrar uma dificuldade que atinge a todos, igualmente: a falta de padronização das medidas corporais dos brasileiros.

E esse problema não está restrito apenas ao mercado do vestuário. Produtos como cadeiras, mesas, carros, equipamentos de proteção individuais, entre outros, também são produzidos no País seguindo tabelas de medidas estrangeiras, o que causa frequentes problemas com relação aos tamanhos. Em contrapartida, americanos dizem exatamente o contrário: normalmente não encontram problema algum para comprar roupas. Isso porque em países desenvolvidos, a cada cinco anos é feito um levantamento antropométrico, que mantém as medidas sempre atualizadas. 

De acordo com o diretor, o longa de pouco mais de uma hora apresenta um retrato do jeitinho brasileiro, o que o torna divertido. Apesar da aparência técnica, ele diz que é um filme bem-humorado e todos vão se identificar com os problemas nele apresentados. Paulo afirma ainda que se trata de uma leitura antropológica de como o Brasil costuma tratar seus problemas adiando as soluções. O que, nesse caso, gera muitos transtornos, não só para nós, consumidores, mas também na economia, pois provoca impacto na exportação brasileira, já que nossos produtos não se adéquam ao mercado internacional.


Nos depoimentos exibidos no filme, são unânimes os relatos de pessoas que encontram dificuldade na hora de comprar roupas. O que é considerado 38 em uma confecção pode ser o 40 em outra. Isso porque, com a falta de padronização, cada fábrica cria seus próprios tamanhos e padrões, o que impede, por exemplo, que um consumidor compre uma peça sem ter que provar na loja.  

De qualquer forma, mesmo não se tratando de um filme exatamente fashionista, vale a pena conferir, pela importância e atualidade do tema. Afinal, quem nunca usou uma calça jeans manequim 38 de uma marca, e 40 de outra?




Se você já passou por uma situação como essa, registre sua história nos comentários.