terça-feira, 2 de julho de 2013

Reportagem Fashion News: Isabella Fiorentino


Isabella Fiorentino, 36 anos, modelo e apresentadora de TV, é casada com o empresário Stéfano Hawilla, está à frente do bem-sucedido Esquadrão da Moda, do SBT, no qual presta consultoria e ensina as participantes como se vestir adequadamente, de acordo com seu estilo e idade.

Também chamada de Bella pelos mais próximos, a moça estreou nas passarelas aos 13 anos e está entre as modelos mais bonitas da década de 90. Estampou capas de revistas como Vogue, Marie Claire, entre outras, além de desfilar para importantes estilistas.

Fez a transição das passarelas para a TV e passou a apresentar um quadro com dicas de moda no programa “Tudo a Ver”, da Record. Formada em consultoria de imagem, criou a Oficina da Imagem, escola de modelos que formou mais de 5 mil alunas. Em 2009 foi contratada pelo SBT para comandar, ao lado do stylist Arlindo Grund, o reality Esquadrão da Moda.

Isabella e seu marido, o empresário Stéfano Hawilla

Esquadrão da Moda

Isabella diz que as pessoas acham que o programa é de moda. Mas, para a apresentadora, não é uma moda inacessível, de tendências, é uma moda para o dia a dia. É mais um programa de transformação do que de moda, propriamente dita.

O Esquadrão da Moda é hoje um dos programas de maior sucesso do SBT. E, não à toa, já está há quatro anos no ar. “O programa agrada por ensinar que moda serve como ferramenta para aumentar a autoestima, completa Isabella.” 

Isabella e seu companheiro de Esquadrão da Moda, o stylist Arlindo Grund

Livros publicados

Isabella tem dois livros publicados: Na Moda com Isabella Fiorentino e Continue na Moda com Isabella Fiorentino, ambos com dicas fáceis e linguagem leve para ensinar mulheres como se vestir adequadamente para cada ocasião e de acordo com o tipo de corpo.
  

Uma doença sorrateira

Durante a jornada para conquistar a carreira de sucesso que tem hoje, Isabella teve que enfrentar um obstáculo, uma doença que é bem frequente na vida de muitas modelos: a anorexia. Por conta dos padrões de beleza impostos, Isabella recebeu uma negativa para um desfile por não ter o perfil. Ao se questionar se ficaria fora do padrão ou se se adequaria ao mercado, Isabella optou pela segunda opção.

Para reduzir alguns centímetros de quadril, ela se dispôs a emagrecer. Mas passou a perder cada vez mais peso. Depois disso, após cada alimentação, a modelo provocava o vômito para tirar das costas a culpa por ter comido. Porém, esta prática se tornou mais constante. Começou com a bulimia, depois avançou para a anorexia. “Você não percebe, é uma doença sorrateira”, declara a modelo.

Quando Isabella se deu conta, já estava muito doente. “Na hora que eu percebi, pensei: não posso ficar assim.” Só que não é tão fácil retomar o controle da situação. Foi então que sua irmã percebeu o distúrbio e levou a modelo ao psiquiatra. “Eu não conseguia nem levantar, estava amarela, com as unhas quebrando, cabelo caindo. Mas o mercado me amando, estava fazendo todos os desfiles. Estava esquálida, com as costelas aparecendo, mas eu me achava linda no espelho.”

Isabella fez tratamento psiquiátrico e teve que tomar remédios para se tratar. Demorou um ano e meio para ficar bem. Mas até hoje, se passa por uma situação atípica, um momento difícil, ela perde o apetite e para de comer imediatamente. “Eu sempre falo que você não se cura, você controla.”

“Eu só melhorei porque meu médico me perguntou: Qual é o seu sonho? E eu respondi que queria ser mãe. Então ele disse que eu teria que me curar, senão nunca conseguiria ser mãe.”

A maternidade

Felizmente, o sonho de Isabella se tornou realidade, e hoje ela é mãe dos trigêmeos Bernardo, Lorenzo e Nicholas, de 2 anos. A gravidez de trigêmeos univitelinos é raríssima e exigiu cuidados.

Isabella precisou ficar em repouso absoluto a partir do quinto mês, podendo levantar apenas para ir ao banheiro. Com 26 semanas, precisou ficar internada para “segurar” a gestação até, pelo menos, 30 semanas. Mas, após uma semana, deu à luz os trigêmeos. Os bebês ficaram três meses na UTI até, finalmente, receberem alta.

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